Eduardo Bolsonaro tem rejeição entre 67% a 75% e Michelle Bolsonaro de 68% a 67%

Chama atenção um detalhe na pesquisa Quaest divulgada quinta-feira (18): a rejeição ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-SP) saltou de 57% em agosto para 64% em setembro, e em alguns grupos chega a 80%!
Cresceu também a rejeição a outros candidatos da oposição, como o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que chegou a 60%, o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), que chegou a 39%. Tarcísio de Freitas (Republicanos), passou de 39% para 40%. Ronaldo Caiado (União) e Romeu Zema (Novo) ficaram estáveis dentro da margem de erro co. 33%,respectivamente.
 Esse dado foi destacado pelo cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest, que também lembrou da inelegibilidade já enfrentada por Bolsonaro.

Segundo Felipe Nunes a insistência em pautas negativas e a condenação do ex-presidente explicam este aumento na rejeição.

Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, também registrou alta significativa em sua rejeição: de 51% para 61%. Já o deputado federal Eduardo Bolsonaro apresentou o maior salto, saindo de 57% para 68% de rejeição, consolidando-se como um dos nomes mais rejeitados da cena política.

Eleitores “independentes” rejeitam ainda mais
Um dos dados mais marcantes da pesquisa vem do segmento dos eleitores “sem posicionamento” político, que não se identificam nem com Lula nem com Bolsonaro. Nesse grupo, o bolsonarismo enfrenta rejeição ainda maior:

Rejeição entre eleitores independentes (nem esquerda, nem direita)
Jair Bolsonaro: 80%
Eduardo Bolsonaro: 75%
Michelle Bolsonaro: 67%