O ” Epstein brasileiro” trazia mulheres estrangeiras, entre elas ucranianas, suíças, norueguesas, suecas e holandesas, que obviamente não falavam português, para verdadeiras surubas com políticos. A ideia era que as meninas não entendiam as conversas e assim não poderiam denunciar as maracutaias que se passavam nestas orgias.

A existência dessas orgias já está descrita em um relatório da PF nas mãos de André Mendonça, novo relator do caso. Nele, os investigadores afirmam as orgias faziam parte de uma engrenagem de corrupção sofisticada.
A Polícia Federal passou a tratar com um critério técnico — e não moral — um dos capítulos mais sensíveis da investigação que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro e o banco Master: os encontros sexuais que, segundo o inquérito, eram organizados por ele com a presença de empresários, políticos e outras figuras públicas.

Nesses casos, a presença de agentes públicos ou de pessoas com poder decisório em ambientes bancados por Vorcaro pode servir como indício de proximidade, intimidade e possível uso de recursos financeiros, bens ou serviços como forma de criar vínculos e facilitar ilícitos.

Bolsonaro citado 74x nos documentos do caso Epstein

Os novos documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein expuseram, além dos diversos crimes de exploração sexual, chantagem, tráfico de pessoas e outros cometidos pelo financista e a teia de relações entre líderes políticos e celebridades, as articulações políticas com foco nas eleições presidenciais de 2018. O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro é citado 74 vezes nos arquivos, sempre em conversas entre Epstein e Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump e um dos “gurus” da extrema direita global.

Uma troca de emails atribuída a Epstein,  e  Bannon,  o criminoso sexual sionista diz:

“Bolsonaro mudou o jogo. Nenhum refugiado quer entrar. Bruxelas não lhe diz o que fazer. Ele só precisa reativar a economia. MASSIVO”, diz uma mensagem atribuída a Epstein em 8 de outubro de 2018.

Gates, Ferguson e Barak na lista Epstein

 

Epstein oferecia crianças serem exploradas sexualmente por políticos e bilionários

Segundo a acusação, entre 2002 e 2005, o judeu sionista Jeffrey Epstein pagava centenas de dólares em dinheiro para que meninas fossem até imóveis dele e realizassem atos sexuais. As menores também eram contratadas para recrutar outras garotas para a mesma finalidade.

Dezenas de mulheres acusaram Epstein de forçá-las a prestar serviços sexuais a ele e a seus convidados em uma ilha particular no Caribe e nas casas que ele tinha em Nova York, na Flórida e no Novo México.

Segundo o governo dos Estados Unidos, o bilionário explorou sexualmente mais de 250 meninas menores de idade.

 

Caso de pedofila da “Lista Epstein” deteriorou imagem de Trump

Entre os famosos que participavam do esquema o principal nome é o presidente Donald Trump que tem mais de 3 mil citações os arquivos Epstein, inclusive com acusações de estrupo de crianças.

A lista tem outros famosos, como o príncipe Andrew, da Inglaterra, o ex-presidente Bill Clinton, dos Estados Unidos, e um time de bilionários como Sergey Brin, cofundador do Google e um dos homens mais ricos do mundo, Richard Branson, dono da britânica Virgin Airlines, presidente da Microsoft, Bill Gates, Elon Musk, dono da Tesla, a atriz britância Sarah Ferguson eo ex-primeiro ministro israelense Ehud Barak, o empresário bilionário e secretário do Departamento de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, Larry Summers, ex-secretário do Tesouro durante o governo de Bill Clinton e ex-presidente da Universidade de Harvard, Steve Tisch, coproprietário do time de futebol americano New York Giants,Brett Ratner, que dirigiu os filmes da série A Hora do Rush e X-Men: O Confronto Final,Peter Attia, influenciador antienvelhecimento e colaborador da CBS, O presidente dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 Ghislaine Maxwell entre outros.

 

Com informações do Estado de Minas