Colunista do Metrópolis, Igo Gadelha informa que ex-governador de São Paulo prevê aproximação dos dois partidos à campanha do ex-presidente

Segundo aliados, Alckmin acredita que nenhum dos nomes que hoje se colocam como “terceira via” terá viabilidade eleitoral. Por isso, acabarão recuando diante do cenário de polarização entre Lula e Jair Bolsonaro. É diante deste quatro que Geraldo Alckmin avalia que haverá um esvaziamento das campanhas dos senadores Simone Tebet (MDB-MS) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e com isto, um reposicionamento destas siglas em favor da candidatura do ex-presidente Lula.

Alckmin é cotado para ser vice na chapa de Lula e tem se colocado no centro das notícias nesta semana em que Lula declarou-se de férias e sumiu do noticiário. Além desta análise sobre o PSD e MDB, o ex-governador de São Paulo se posicionou também sobre a reforma trabalhista, após Lula ter declarado que quer rever as reformas feitas pelos governo Temer e Bolsonaro. Alckmin se reuniu com o deputado federal Paulinho  (Sdd), dirigente histórico da central Força Sindical. Ele recebeu convite de Paulinho para se filiar ao Solidariedade, e ouviu do parlamentar que as centrais sindicais não defendem a revogação da reforma trabalhista, mas sim, mudanças que beneficiem o trabalhador, posição com a qual o ex-governador se afiniza.

 

Com informações do Metrópolis