Comurg utiliza madeira de árvores caídas para fazer bancos nas praças

Comurg utiliza madeira de árvores caídas para fazer bancos nas praças

Em 120 dias, Prefeitura de Goiânia instalou 220 bancos de madeiras, feitos com material reciclado, em praças públicas

Trabalho realizado na serralheria da Comurg envolve 30 servidores e atende às políticas ambientais e de sustentabilidade. Bancos produzidos com madeira maciça e rústica oferecem conforto e bem-estar

Um banco de praça é sempre um convite ao descanso, e em Goiânia a prefeitura utiliza as madeiras das árvores que caem nas vias públicas para fabricar e instalar exemplares nos espaços públicos. Nos últimos 120 dias, foram instalados 220 unidades, e 50 passaram por reforma.

Trabalhadores da Comurg reaproveitam árvores que caíram

Os bancos possuem 1,20 metro de comprimento e 60 centímetros de largura. O assento é feito com duas tábuas de 15 cm e o encosto possui 30 cm.

A confecção do móvel é feita na serralheria da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), e envolve 30 servidores. Por mês, o órgão chega a fazer 50 unidades. Em 2021, foram quase 400 unidades instaladas em praças e prédios públicos. De madeira maciça e rústica, os bancos oferecem conforto e bem-estar.

O presidente da Companhia, Alisson Borges, destaca que os bancos são feitos com “ripas” largas, mais resistentes às ações de vândalos, bem como às diversidades das estações do ano e desgaste natural. Ele aponta que a maioria é produzida a partir de madeira da Sibipiruna, Acácia, Cedro e Angico.

“A instalação dos bancos complementa a estrutura de paisagismo e urbanismo das áreas públicas”, afirma Alisson Borges.

Foto: Luciano Magalhães/Comurg

Legenda
Prefeitura de Goiânia instala 220 bancos de madeiras, feitos com madeira de árvores que caem nas vias públicas, em espaços públicos: além de oferecer conforto, bancos complementam o paisagismo do local