A campanha “Brasil Quer Mais Tempo” intensificou a pressão sobre parlamentares para acelerar a votação das propostas que tratam do fim da escala 6×1. A mobilização reúne trabalhadores, sindicatos e movimentos sociais em defesa da redução da jornada semanal sem redução salarial.
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A luta pelo fim da escala 6×1 surgiu do povo, foi abraçada pelo Governo Lula, e hoje 3 a cada 4 brasileiros apoiam.
O que é a campanha Brasil Quer Mais Tempo
A iniciativa funciona como uma força-tarefa digital e presencial para pressionar deputados federais a apoiarem a PEC 221/2019 e outras propostas relacionadas à redução da jornada de trabalho. A campanha incentiva trabalhadores a enviarem mensagens aos parlamentares e acompanharem o posicionamento de cada bancada.
Aponte o celular para o QR Code e faça parte da campanha pelo fim da escala 6×1

TVT e a Rede de Mobilização Fim da 6×1 Já! te convidam para essa ação urgente
Como votar na plataforma da campanha pelo fim da escala 6×1
- Acesse o site oficial da campanha Brasil Quer Mais Tempo – https://brasilquermaistempo.com.br/
- Clique na opção para participar da mobilização.
- Informe seus dados básicos, como nome e estado.

Movimento amplia mobilização pela aprovação da PEC do fim da escala 6×1
Como funciona a votação da PEC do fim da escala 6×1
A proposta está em análise por uma comissão especial da Câmara dos Deputados. Após a votação do parecer no colegiado, o texto segue para votação em dois turnos no plenário da Câmara. Depois, a PEC ainda precisa passar pelo Senado.
O que está em debate no Congresso
A discussão envolve a PEC 221/2019, a PEC 8/2025 e o PL 1838/2026. As propostas tratam da redução da jornada semanal e da reorganização das escalas de trabalho.

Fim da escala 6×1 em debate na Câmara dos Deputados. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Disputa política pode atrasar votação

O debate enfrenta resistência de setores do Centrão e da direita, que apresentaram emendas e regras de transição para adiar mudanças na jornada.
Ao todo 10 deputados goianos assinaram a PEC 221 que joga o fim da jornada para 2036, ou seja, adia por 10 anos a mudança.
São eles: Adriano do Baldy (PP), Célio Silveira (MDB), Daniel Agrobom (PSD), Ismael Alexandrino (PSD), Zacharias Calil (MDB), Glaustin da Fokuis (Podemos), Magda Mofato (PL), Marussa Boldrin (Republicanos), Gustavo Gayer (PL), José Nelto (União Brasil).
O que é o fim da escala 6×1?
O debate sobre o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos para folgar apenas um — está no centro da discussão nacional.
A proposta é uma bandeira histórica da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais, que apontam ganhos concretos:
- Melhoria na qualidade de vida
- Redução do adoecimento e do absenteísmo
- Aumento da produtividade
- Estímulo ao consumo
- Possível geração de novos empregos
Levantamento da Nexus, Pesquisa e Inteligência de Dados, mostra que 73% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6×1, desde que não haja redução salarial. Ou seja: a sociedade entende que trabalhar para viver é diferente de viver para trabalhar.
Quais os impactos da reducão da jornada?
De acordo com nota técnica do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), o impacto econômico do fima da escala 6×1 é mínimo:
- Na indústria e no comércio, o custo operacional adicional seria inferior a 1%.
- A redução da jornada para 40 horas semanais elevaria o custo do trabalho celetista em média 7,84%, mas, considerando o peso da mão de obra no custo total dos setores, o impacto se dilui.
- Mesmo em setores com alta dependência de mão de obra, como vigilância e limpeza, o impacto é administrável e pode ser enfrentado com políticas de transição.
O próprio Ipea destaca que aumento de custo do trabalho não significa automaticamente queda na produção ou aumento do desemprego.
Um estudo do Dieese, encomendado pela Contraf-CUT, aponta que a implementação da jornada de quatro dias, entre os bancários que hoje realizam a jornada média de 37 horas semanais, teria o potencial de criar mais de 108 mil vagas no setor, ou 25% do total de vagas que existem atualmente.
“O fim da escala 6×1 pode gerar mais empregos e garantir ao trabalhador tempo para estudar, cuidar da saúde e ter lazer”, afirmou o secretário-geral da CUT, Renato Zulato
Para ele, reduzir jornadas exaustivas é uma medida concreta para abrir vagas e permitir que trabalhadores tenham tempo para qualificação e convivência familiar. “Não se trata apenas de tecnologia, mas de qualidade de vida”, afirmou, ao defender mudanças estruturais.

Argumentos contra o fim da escala 6×1 lembram a retórica das elites escravocratas contra a abolição. Foto: Letycia Bond/Agência Brasil
Já um estudo divulgado em 2024 pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) apontou que a Inteligência Artificial (IA) afetará 60% dos empregos em todo o mundo: metade de forma positiva e metade de forma negativa, ou seja, eliminando a participação humana em vários setores.
Renato Zulato também alertou para os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho. Segundo ele, a transformação digital já altera rotinas produtivas e pode ampliar desigualdades se não houver políticas públicas de qualificação.
“Estamos vivendo a era da inteligência artificial. Se não houver reflexão e políticas de inclusão, parte da população será excluída dos novos processos produtivos e sociais”, disse o secretário geral da CUT.
PESQUISAS
Pesquisa da Unicamp corrobora visão do governo Lula, que defende modernização das relações de trabalho como parte da agenda de desenvolvimento social e econômico.
Estudo diz que redução da jornada pode gerar 4,5 milhões de empregos
Um levantamento da economista Marilane Teixeira, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mostra que a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 36 horas, com o fim da escala 6×1, tem potencial de gerar até 4,5 milhões de novos empregos no Brasil e elevar em cerca de 4% os níveis de produtividade no país.
O estudo faz parte do Dossiê 6×1, documento elaborado por 63 autores — entre professores, pesquisadores, auditores fiscais do Trabalho e representantes sindicais — que reúne 37 artigos sobre os impactos econômicos e sociais da medida.
A conclusão central do dossiê é direta: o Brasil está pronto para trabalhar menos. O diagnóstico contraria projeções pessimistas do mercado e derruba o argumento de que a mudança poderia provocar queda no PIB ou agravar a insolvência das empresas.
“Não vai ser agora, com avanços tecnológicos, num contexto de pleno emprego, com crescimento econômico e o nível de tecnologia que temos, que não vai ser possível no Brasil reduzir para 40 horas”, afirma Marilane Teixeira.

Marcha dos Trabalhadores com Centrais Sindicais em Brasília pede fim da escala 6×1 nesta quarta (15) – Foto: Ricardo Weber/TVT
O que os dados mostram sobre o fim da escala 6×1
Com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE, o dossiê revela que aproximadamente 21 milhões de trabalhadores brasileiros cumprem jornada superior às 44 horas previstas na CLT. Outros 76,3% das pessoas ocupadas no país trabalham mais de 40 horas por semana — o que derruba a narrativa de que o brasileiro trabalha pouco.
A pesquisadora também chama atenção para os custos humanos da sobrecarga: em 2024, o Brasil registrou meio milhão de afastamentos por doenças psicossociais decorrentes de condições desfavoráveis no trabalho — apenas no emprego formal.
A redução da jornada atingiria diretamente 76 milhões de trabalhadores caso a escala 4×3 seja adotada, e beneficiaria cerca de 45 milhões na hipótese de migração para a jornada de 40 horas semanais em escala 5×2.
Ipea aprova fim da escala 6×1
O estudo da Unicamp se soma a outras análises que sustentam tecnicamente a posição do governo. Uma nota técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), publicada em fevereiro de 2026, concluiu que os custos da redução da jornada para 40 horas seriam comparáveis aos de reajustes históricos do salário mínimo — medidas que não geraram desemprego. Nos grandes setores empregadores, como indústria e comércio, o impacto no custo operacional seria inferior a 1%.

Mobilização pelo fim da escala 6×1. Fotos: Paulo Pinto/Agência Brasil e Tomaz Silva/Agência Brasil
Pesquisa Sebrae diz que 51% dos empreendedores acreditam que não haverá impacto com fim da 6×1
O estudo do Sebrae revela que 51% dos proprietários de micro e pequenas empresas, além de microempreendedores individuais (MEI), acreditam que fim da escala 6×1 não afetará seus negócios. Já 11% acreditam que a medida impactará positivamente seus negócios.
De acordo com a 12ª edição da Pesquisa Pulso dos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae, cresceu o número de empreendedores que avaliam que o fim da escala 6×1 não trará impactos negativos para o funcionamento de suas empresas.

Empreendedores acreditam que fim da escala 6×1 não irá afetar seus negócios – Fonte: Sebrae
Este índice demonstra um avanço em relação ao levantamento anterior, feito em 2024, quando 47% dos entrevistados compartilhavam dessa visão. O levantamento atual foi realizado entre os dias 19 de fevereiro e 18 de março de 2026, contando com a participação de 8.273 respondentes de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal.
Confira a lista completa dos 176 deputados federais que assinaram a PEC 221
Deputado federais (s):
1 Dep. Sérgio Turra (PP/RS)
2 Dep. Joaquim Passarinho (PL/PA)
3 Dep. Alceu Moreira (MDB/RS)
4 Dep. Afonso Hamm (PP/RS)
5 Dep. Newton Cardoso Jr (MDB/MG)
6 Dep. Alberto Fraga (PL/DF)
7 Dep. Pedro Lupion (REPUBLIC/PR)
8 Dep. Luiz Philippe de Orleans e Bra (PL/SP)
9 Dep. Any Ortiz (PP/RS) – Fdr PSDB-CIDADANIA
10 Dep. Ana Paula Leão (PP/MG)
11 Dep. Cobalchini (MDB/SC)
12 Dep. Pedro Westphalen (PP/RS)
13 Dep. Capitão Alden (PL/BA)
14 Dep. Juarez Costa (REPUBLIC/MT)
15 Dep. Dr. Zacharias Calil (MDB/GO)
16 Dep. Arthur Oliveira Maia (UNIÃO/BA)
17 Dep. Mauricio Marcon (PL/RS)
18 Dep. Alexandre Guimarães (MDB/TO)
19 Dep. Fernanda Pessoa (PSD/CE)
20 Dep. Rafael Simoes (UNIÃO/MG)
21 Dep. General Girão (PL/RN)
22 Dep. Coronel Ulysses (UNIÃO/AC)
23 Dep. Mauricio do Vôlei (PL/MG)
24 Dep. Henderson Pinto (UNIÃO/PA)
25 Dep. Sergio Souza (MDB/PR)
26 Dep. Lucio Mosquini (PL/RO)
27 Dep. Tião Medeiros (PP/PR)
28 Dep. José Rocha (UNIÃO/BA)
29 Dep. Jorge Goetten (REPUBLIC/SC)
30 Dep. Vitor Lippi (PSD/SP) – Fdr PSDB-CIDADANIA
31 Dep. Pastor Eurico (PSDB/PE)
32 Dep. Daniela Reinehr (PL/SC)
33 Dep. Evair Vieira de Melo (REPUBLIC/ES)
34 Dep. Caroline de Toni (PL/SC)
35 Dep. Daniel Freitas (PL/SC)
36 Dep. Rodrigo Valadares (PL/SE)
37 Dep. Pezenti (MDB/SC)
38 Dep. Dr Flávio (PL/RJ)
39 Dep. Messias Donato (UNIÃO/ES)
40 Dep. Dr. Luiz Ovando (PP/MS)
41 Dep. Adilson Barroso (PL/SP)
42 Dep. Augusto Coutinho (REPUBLIC/PE)
43 Dep. Luisa Canziani (UNIÃO/PR)
44 Dep. Sanderson (PL/RS)
45 Dep. Célio Silveira (MDB/GO)
46 Dep. Toninho Wandscheer (PP/PR)
47 Dep. Luiz Carlos Hauly (PODE/PR)
48 Dep. Pastor Diniz (UNIÃO/RR)
49 Dep. Delegado Paulo Bilynskyj (PL/SP)
50 Dep. Nicoletti (PL/RR)
51 Dep. Julia Zanatta (PL/SC)
52 Dep. Coronel Chrisóstomo (PL/RO)
53 Dep. Chris Tonietto (PL/RJ)
54 Dep. Roberta Roma (PL/BA)
55 Dep. Da Vitoria (PP/ES)
56 Dep. Felipe Francischini (PODE/PR)
57 Dep. Beto Pereira (REPUBLIC/MS)
58 Dep. Zé Vitor (PL/MG)
59 Dep. Greyce Elias (PL/MG)
60 Dep. Lafayette de Andrada (PL/MG)
61 Dep. Padovani (PP/PR)
62 Dep. Marcos Pollon (PL/MS)
63 Dep. Josivaldo Jp (UNIÃO/MA)
64 Dep. Bibo Nunes (PL/RS)
65 Dep. Rodrigo da Zaeli (PL/MT)
66 Dep. Rodolfo Nogueira (PL/MS)
67 Dep. Dilceu Sperafico (PP/PR)
68 Dep. Luiz Nishimori (PSD/PR)
69 Dep. Luiz Carlos Busato (UNIÃO/RS)
70 Dep. Giovani Cherini (PL/RS)
71 Dep. Nelson Barbudo (PODE/MT)
72 Dep. Zezinho Barbary (PP/AC)
73 Dep. Bia Kicis (PL/DF)
74 Dep. Aluisio Mendes (REPUBLIC/MA)
75 Dep. Fausto Jr. (UNIÃO/AM)
76 Dep. Julio Lopes (PP/RJ)
77 Dep. José Nelto (UNIÃO/GO)
78 Dep. Domingos Sávio (PL/MG)
79 Dep. Marangoni (PODE/SP)
80 Dep. Junio Amaral (PL/MG)
81 Dep. Marussa Boldrin (REPUBLIC/GO)
82 Dep. Luiz Lima (NOVO/RJ)
83 Dep. Clarissa Tércio (PP/PE)
84 Dep. Zé Trovão (PL/SC)
85 Dep. Geovania de Sá (REPUBLIC/SC)
86 Dep. Márcio Honaiser (SOLIDARI/MA)
87 Dep. Coronel Meira (PL/PE)
88 Dep. João Carlos Bacelar (PL/BA)
89 Dep. Zé Adriano (PP/AC)
90 Dep. Simone Marquetto (PP/SP)
91 Dep. Celso Russomanno (REPUBLIC/SP)
92 Dep. Eli Borges (REPUBLIC/TO)
93 Dep. Rosângela Reis (PL/MG)
94 Dep. Marcelo Moraes (PL/RS)
95 Dep. Ismael (PL/SC)
96 Dep. Daniel Agrobom (PSD/GO)
97 Dep. Gustavo Gayer (PL/GO)
98 Dep. Hercílio Coelho Diniz (MDB/MG)
99 Dep. Adriana Ventura (NOVO/SP)
100 Dep. Cabo Gilberto Silva (PL/PB)
101 Dep. Mário Heringer (PDT/MG)
102 Dep. Geraldo Mendes (UNIÃO/PR)
103 Dep. Paulo Litro (UNIÃO/PR)
104 Dep. Gilson Marques (NOVO/SC)
105 Dep. Antonio Andrade (PSDB/TO)
106 Dep. Beto Richa (PSDB/PR) – Fdr PSDB-CIDADANIA
107 Dep. Carlos Jordy (PL/RJ)
108 Dep. AJ Albuquerque (PP/CE)
109 Dep. Danilo Forte (PP/CE)
110 Dep. Vermelho (PL/PR)
111 Dep. Paulo Azi (UNIÃO/BA)
112 Dep. Diego Coronel (REPUBLIC/BA)
113 Dep. José Medeiros (PL/MT)
114 Dep. Arnaldo Jardim (CIDADANIA/SP) – Fdr PSDB-CIDADANIA
115 Dep. Dr. Ismael Alexandrino (PSD/GO)
116 Dep. Hugo Leal (PSD/RJ)
117 Dep. Marcelo Álvaro Antônio (PL/MG)
118 Dep. Sóstenes Cavalcante (PL/RJ)
119 Dep. Magda Mofatto (PL/GO)
120 Dep. Sargento Gonçalves (PL/RN)
121 Dep. Marcel van Hattem (NOVO/RS)
122 Dep. Filipe Martins (PL/TO)
123 Dep. Carlos Chiodini (MDB/SC)
124 Dep. Laura Carneiro (PSD/RJ)
125 Dep. Ricardo Salles (NOVO/SP)
126 Dep. Roberto Duarte (REPUBLIC/AC)
127 Dep. Max Lemos (PDT/RJ)
128 Dep. Hildo Rocha (MDB/MA)
129 Dep. Coronel Fernanda (PL/MT)
130 Dep. Pinheirinho (PP/MG)
131 Dep. Murillo Gouvea (PSDB/RJ)
132 Dep. Meire Serafim (UNIÃO/AC)
133 Dep. Luciano Vieira (PSDB/RJ)
134 Dep. Pr. Marco Feliciano (PL/SP)
135 Dep. Lucas Redecker (PSD/RS) – Fdr PSDB-CIDADANIA
136 Dep. Lincoln Portela (PL/MG)
137 Dep. Gilberto Abramo (REPUBLIC/MG)
138 Dep. Átila Lira (PP/PI)
139 Dep. Bebeto (PP/RJ)
140 Dep. Osmar Terra (PL/RS)
141 Dep. Amaro Neto (PP/ES)
142 Dep. Adriano do Baldy (PP/GO)
143 Dep. Dr. Fernando Máximo (PL/RO)
144 Dep. Missionário José Olimpio (PL/SP)
145 Dep. Jorge Braz (REPUBLIC/RJ)
146 Dep. Julio Arcoverde (PP/PI)
147 Dep. Franciane Bayer (REPUBLIC/RS)
148 Dep. Mauricio Neves (PP/SP)
149 Dep. Delegado Fabio Costa (PP/AL)
150 Dep. João Maia (PP/RN)
151 Dep. Vinicius Carvalho (PL/SP)
152 Dep. Luiz Fernando Faria (UNIÃO/MG)
153 Dep. Mario Frias (PL/SP)
154 Dep. Thiago Flores (UNIÃO/RO)
155 Dep. Daniela do Waguinho (REPUBLIC/RJ)
156 Dep. Zé Silva (UNIÃO/MG)
157 Dep. Dr. Jaziel (PL/CE)
158 Dep. Glaustin da Fokus (PODE/GO)
159 Dep. Doutor Luizinho (PP/RJ)
160 Dep. Aline Gurgel (UNIÃO/AP)
161 Dep. Claudio Cajado (PP/BA)
162 Dep. Rosangela Moro (PL/SP)
163 Dep. Rafael Fera (PODE/RO)
164 Dep. Eunício Oliveira (MDB/CE)
165 Dep. Sargento Fahur (PL/PR)
166 Dep. Diego Andrade (PSD/MG)
167 Dep. Fernando Coelho Filho (UNIÃO/PE)
168 Dep. Ricardo Guidi (PL/SC)
169 Dep. Luiz Gastão (PSD/CE)
170 Dep. Fabio Garcia (UNIÃO/MT)
171 Dep. Jefferson Campos (PL/SP)
172 Dep. Gustinho Ribeiro (PP/SE)
173 Dep. Nikolas Ferreira (PL/MG)
174 Dep. Renata Abreu (PODE/SP)
175 Dep. Fabio Schiochet (UNIÃO/SC)
176 Dep. Baleia Rossi (MDB/SP)