Segundo as análises, Washington saiu do conflito “ridicularizado e humilhado”, com o resultado atual sendo descrito como um colapso pior do que o sofrido na Guerra do Vietnã.
Nesse sentido, o jornal Haaretz advertiu que, daqui em diante, os Estados Unidos evitarão qualquer tentativa de impor sua vontade por meio da força das armas.
Surpresa diante da capacidade de Teerã e estagnação militar
Por sua vez, o jornal Jerusalem Post revelou que altos funcionários israelenses estão atônitos diante da rápida recuperação militar do Irã.
Fontes do setor de defesa indicaram que o exército sionista acompanha uma rápida mudança na ameaça representada pelos mísseis balísticos iranianos, desafiando as estimativas iniciais da inteligência militar.
Paralelamente, o portal Zaman Israel afirmou que, enquanto o público israelense aspirava a uma “vitória absoluta”, a realidade demonstra que todas as frentes abertas permanecem sem solução.
A publicação enfatizou que iniciar outra rodada de combates é inútil, pois as guerras do passado já não servem de modelo para alcançar vitórias decisivas.
Caos institucional e demissões no alto comando do Mossad
O fracasso operacional em alcançar a pretendida “mudança de regime” em Teerã provocou uma grave crise interna nas instituições de segurança.
Círculos informativos israelenses confirmaram que o chefe do Mossad demitiu dois altos dirigentes da agência: o chefe da Diretoria de Inteligência e o chefe do Departamento do Irã.
As demissões ocorrem em meio ao descalabro político e operacional dos comandos de inteligência, incapazes de sustentar o plano estratégico inicial diante da resposta e da resistência do Irã. Fonte: Almayadeen.
Fonte: Portal Vermelho